Salmos 35

Almeida Corrigida Fiel (ACF, 1994) vs NVT

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NVT Nova Versão Transformadora
1 Pleiteia, SENHOR, com aqueles que pleiteiam comigo; peleja contra os que pelejam contra mim.
1 Ó S enhor , defende-me dos que me acusam; luta contra os que lutam contra mim.
2 Pega do escudo e da rodela, e levanta-te em minha ajuda.
2 Põe tua armadura e toma teu escudo, prepara-te para a batalha e vem me socorrer.
3 Tira da lança e obstrui o caminho aos que me perseguem; dize à minha alma: Eu sou a tua salvação.
3 Levanta tua lança e teu dardo contra aqueles que me perseguem. Que eu te ouça dizer: “Eu lhe darei vitória!”.
4 Sejam confundidos e envergonhados os que buscam a minha vida; voltem atrás e envergonhem-se os que contra mim tentam mal.
4 Sejam derrotados e humilhados os que procuram me matar, recuem envergonhados os que planejam me prejudicar.
5 Sejam como a moinha perante o vento; o anjo do Senhor os faça fugir.
5 Sopra-os para longe, como palha ao vento, e que o anjo do S
6 Seja o seu caminho tenebroso e escorregadio, e o anjo do Senhor os persiga.
6 Torna o caminho deles escuro e escorregadio, e que o anjo do S
7 Porque sem causa encobriram de mim a rede na cova, a qual sem razão cavaram para a minha alma.
7 Não lhes fiz mal algum, mas eles me prepararam uma armadilha; sem motivo, abriram uma cova para me pegar.
8 Sobrevenha-lhe destruição sem o saber, e prenda-o a rede que ocultou; caia ele nessa mesma destruição.
8 Portanto, que venha sobre eles destruição repentina! Sejam pegos na armadilha que me prepararam, sejam destruídos na cova que abriram para mim.
9 E a minha alma se alegrará no Senhor; alegrar-se-á na sua salvação.
9 Então me alegrarei no S enhor , exultarei porque ele me salva.
10 Todos os meus ossos dirão: Senhor, quem é como tu, que livras o pobre daquele que é mais forte do que ele? Sim, o pobre e o necessitado daquele que o rouba.
10 Eu o louvarei com todos os ossos de meu corpo: “S Quem além de ti resgata o indefeso das mãos do forte? Quem protege o pobre e o humilde daqueles que os exploram?”.
11 Falsas testemunhas se levantaram; depuseram contra mim coisas que eu não sabia.
11 Testemunhas maldosas depõem contra mim e me acusam de crimes que não cometi.
12 Tornaram-me o mal pelo bem, roubando a minha alma.
12 Pagam-me o bem com o mal; estou desesperado!
13 Mas, quanto a mim, quando estavam enfermos, as minhas vestes eram o saco; humilhava a minha alma com o jejum, e a minha oração voltava para o meu seio.
13 Quando eles ficavam doentes, eu lamentava; humilhava-me com jejuns por eles, mas minhas orações não eram respondidas.
14 Portava-me como se ele fora meu irmão ou amigo; andava lamentando e muito encurvado, como quem chora por sua mãe.
14 Como se fossem meus amigos ou familiares, eu me entristecia, como se lamentasse por minha própria mãe.
15 Mas eles com a minha adversidade se alegravam e se congregavam; os abjetos se congregavam contra mim, e eu não o sabia; rasgavam-me, e não cessavam.
15 Mas agora, em minha aflição, eles se alegram; triunfantes, juntam-se contra mim. Pessoas que nem conheço me atacam, agridem-me sem cessar.
16 Com hipócritas zombadores nas festas, rangiam os dentes contra mim.
16 Zombam de mim e me insultam, rosnam e me mostram os dentes.
17 Senhor, até quando verás isto? Resgata a minha alma das suas assolações, e a minha predileta dos leões.
17 Até quando, Senhor, ficarás olhando? Salva-me de seus ataques ferozes, livra-me desses leões!
18 Louvar-te-ei na grande congregação; entre muitíssimo povo te celebrarei.
18 Então te darei graças diante da comunidade e te louvarei perante todo o povo.
19 Não se alegrem os meus inimigos de mim sem razão, nem acenem com os olhos aqueles que me odeiam sem causa.
19 Não permitas que meus inimigos traiçoeiros riam de mim, não deixes que me desprezem os que me odeiam sem razão.
20 Pois não falam de paz; antes projetam enganar os quietos da terra.
20 Não falam de paz; tramam contra os que vivem tranquilos na terra.
21 Abrem a boca de par em par contra mim, e dizem: Ah! Ah! os nossos olhos o viram.
21 Gritam: “Ah! Agora o pegamos! Nós o vimos com os próprios olhos!”.
22 Tu, Senhor, o tens visto, não te cales; Senhor, não te alongues de mim:
22 Viste tudo isso, S enhor ; não permaneças calado, Senhor, e não me abandones agora.
23 Desperta e acorda para o meu julgamento, para a minha causa, Deus meu e Senhor meu.
23 Desperta! Levanta-te para me fazeres justiça! Defende minha causa, meu Deus e meu Senhor.
24 Julga-me segundo a tua justiça, Senhor Deus meu, e não deixes que se alegrem de mim.
24 Julga-me, S enhor , meu Deus, conforme a tua justiça; não permitas que meus inimigos riam às minhas custas.
25 Não digam em seus corações: Ah! alma nossa! Não digam: Nós o havemos devorado.
25 Não deixes que digam: “Conseguimos o que queríamos! Agora vamos acabar com ele!”.
26 Envergonhem-se e confundam-se à uma os que se alegram com o meu mal; vistam-se de vergonha e de confusão os que se engrandecem contra mim.
26 Sejam envergonhados e humilhados os que se alegram com a minha desgraça. Sejam cobertos de vergonha e desonra os que triunfam sobre mim.
27 Cantem e alegrem-se os que amam a minha justiça, e digam continuamente: O Senhor seja engrandecido, o qual ama a prosperidade do seu servo.
27 Exultem e alegrem-se, porém, os que me defendem; que eles digam sempre: “Grande é o S que se agrada de abençoar seu servo com paz!”.
28 E assim a minha língua falará da tua justiça e do teu louvor todo o dia.
28 Então proclamarei tua justiça e te louvarei o dia todo.

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