Provérbios 8

Almeida Corrigida Fiel (ACF, 1994) vs ARC

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ARC Almeida Revista e Corrigida 2009
1 Não clama porventura a sabedoria, e a inteligência não faz ouvir a sua voz?
1 Não clama, porventura, a Sabedoria? E a Inteligência não dá a sua voz?
2 No cume das alturas, junto ao caminho, nas encruzilhadas das veredas se posta.
2 No cume das alturas, junto ao caminho, nas encruzilhadas das veredas, ela se coloca.
3 Do lado das portas da cidade, à entrada da cidade, e à entrada das portas está gritando:
3 Da banda das portas da cidade, à entrada da cidade e à entrada das portas está clamando:
4 A vós, ó homens, clamo; e a minha voz se dirige aos filhos dos homens.
4 A vós, ó homens, clamo; e a minha voz se dirige aos filhos dos homens.
5 Entendei, ó simples, a prudência; e vós, insensatos, entendei de coração.
5 Entendei, ó simples, a prudência; e vós, loucos, entendei de coração.
6 Ouvi, porque falarei coisas excelentes; os meus lábios se abrirão para a eqüidade.
6 Ouvi, porque proferirei coisas excelentes; os meus lábios se abrirão para a equidade.
7 Porque a minha boca proferirá a verdade, e os meus lábios abominam a impiedade.
7 Porque a minha boca proferirá a verdade; os meus lábios abominam a impiedade.
8 São justas todas as palavras da minha boca: não há nelas nenhuma coisa tortuosa nem pervertida.
8 Em justiça são todas as palavras da minha boca; não há nelas nenhuma coisa tortuosa nem perversa.
9 Todas elas são retas para aquele que as entende bem, e justas para os que acham o conhecimento.
9 Todas elas são retas para o que bem as entende e justas, para os que acham o conhecimento.
10 Aceitai a minha correção, e não a prata; e o conhecimento, mais do que o ouro fino escolhido.
10 Aceitai a minha correção, e não a prata, e o conhecimento mais do que o ouro fino escolhido.
11 Porque melhor é a sabedoria do que os rubis; e tudo o que mais se deseja não se pode comparar com ela.
11 Porque melhor é a sabedoria do que os rubins; e de tudo o que se deseja nada se pode comparar com ela.
12 Eu, a sabedoria, habito com a prudência, e acho o conhecimento dos conselhos.
12 Eu, a Sabedoria, habito com a prudência e acho a ciência dos conselhos.
13 O temor do Senhor é odiar o mal; a soberba e a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, eu odeio.
13 O temor do Senhor é aborrecer o mal; a soberba, e a arrogância, e o mau caminho, e a boca perversa aborreço.
14 Meu é o conselho e a verdadeira sabedoria; eu sou o entendimento; minha é a fortaleza.
14 Meu é o conselho e a verdadeira sabedoria; eu sou o entendimento, minha é a fortaleza.
15 Por mim reinam os reis e os príncipes decretam justiça.
15 Por mim, reinam os reis, e os príncipes ordenam justiça.
16 Por mim governam príncipes e nobres; sim, todos os juízes da terra.
16 Por mim governam os príncipes e os nobres; sim, todos os juízes da terra.
17 Eu amo aos que me amam, e os que cedo me buscarem, me acharão.
17 Eu amo os que me amam, e os que de madrugada me buscam me acharão.
18 Riquezas e honra estão comigo; assim como os bens duráveis e a justiça.
18 Riquezas e honra estão comigo; sim, riquezas duráveis e justiça.
19 Melhor é o meu fruto do que o ouro, do que o ouro refinado, e os meus ganhos mais do que a prata escolhida.
19 Melhor é o meu fruto do que o ouro, sim, do que o ouro refinado; e as minhas novidades, melhores do que a prata escolhida.
20 Faço andar pelo caminho da justiça, no meio das veredas do juízo.
20 Faço andar pelo caminho da justiça, no meio das veredas do juízo.
21 Para que faça herdar bens permanentes aos que me amam, e eu encha os seus tesouros.
21 Para fazer herdar bens permanentes aos que me amam e encher os seus tesouros.
22 O Senhor me possuiu no princípio de seus caminhos, desde então, e antes de suas obras.
22 O Senhor me possuiu no princípio de seus caminhos e antes de suas obras mais antigas.
23 Desde a eternidade fui ungida, desde o princípio, antes do começo da terra.
23 Desde a eternidade, fui ungida; desde o princípio, antes do começo da terra.
24 Quando ainda não havia abismos, fui gerada, quando ainda não havia fontes carregadas de águas.
24 Antes de haver abismos, fui gerada; e antes ainda de haver fontes carregadas de águas.
25 Antes que os montes se houvessem assentado, antes dos outeiros, eu fui gerada.
25 Antes que os montes fossem firmados, antes dos outeiros, eu fui gerada.
26 Ainda ele não tinha feito a terra, nem os campos, nem o princípio do pó do mundo.
26 Ainda ele não tinha feito a terra, nem os campos, nem sequer o princípio do pó do mundo.
27 Quando ele preparava os céus, aí estava eu, quando traçava o horizonte sobre a face do abismo;
27 Quando ele preparava os céus, aí estava eu; quando compassava ao redor a face do abismo;
28 Quando firmava as nuvens acima, quando fortificava as fontes do abismo,
28 quando firmava as nuvens de cima, quando fortificava as fontes do abismo;
29 Quando fixava ao mar o seu termo, para que as águas não traspassassem o seu mando, quando compunha os fundamentos da terra.
29 quando punha ao mar o seu termo, para que as águas não trespassassem o seu mando; quando compunha os fundamentos da terra,
30 Então eu estava com ele, e era seu arquiteto; era cada dia as suas delícias, alegrando-me perante ele em todo o tempo;
30 então, eu estava com ele e era seu aluno; e era cada dia as suas delícias, folgando perante ele em todo o tempo,
31 Regozijando-me no seu mundo habitável e enchendo-me de prazer com os filhos dos homens.
31 folgando no seu mundo habitável e achando as minhas delícias com os filhos dos homens.
32 Agora, pois, filhos, ouvi-me, porque bem-aventurados serão os que guardarem os meus caminhos.
32 Agora, pois, filhos, ouvi-me, porque bem-aventurados serão os que guardarem os meus caminhos.
33 Ouvi a instrução, e sede sábios, não a rejeiteis.
33 Ouvi a correção, não a rejeiteis e sede sábios.
34 Bem-aventurado o homem que me dá ouvidos, velando às minhas portas cada dia, esperando às ombreiras da minha entrada.
34 Bem-aventurado o homem que me dá ouvidos, velando às minhas portas cada dia, esperando às ombreiras da minha entrada.
35 Porque o que me achar, achará a vida, e alcançará o favor do Senhor.
35 Porque o que me achar achará a vida e alcançará favor do Senhor .
36 Mas o que pecar contra mim violentará a sua própria alma; todos os que me odeiam amam a morte.
36 Mas o que pecar contra mim violentará a sua própria alma; todos os que me aborrecem amam a morte.

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