Provérbios 1

Almeida Corrigida Fiel (ACF, 1994) vs ARC

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ARC Almeida Revista e Corrigida 2009
1 Provérbios de Salomão, filho de Davi, rei de Israel;
1 Provérbios de Salomão, filho de Davi, rei de Israel.
2 Para se conhecer a sabedoria e a instrução; para se entenderem, as palavras da prudência.
2 Para se conhecer a sabedoria e a instrução; para se entenderem as palavras da prudência;
3 Para se receber a instrução do entendimento, a justiça, o juízo e a eqüidade;
3 para se receber a instrução do entendimento, a justiça, o juízo e a equidade;
4 Para dar aos simples, prudência, e aos moços, conhecimento e bom siso;
4 para dar aos simples prudência, e aos jovens conhecimento e bom siso;
5 O sábio ouvirá e crescerá em conhecimento, e o entendido adquirirá sábios conselhos;
5 para o sábio ouvir e crescer em sabedoria, e o instruído adquirir sábios conselhos;
6 Para entender os provérbios e sua interpretação; as palavras dos sábios e as suas proposições.
6 para entender provérbios e sua interpretação, como também as palavras dos sábios e suas adivinhações.
7 O temor do Senhor é o princípio do conhecimento; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução.
7 O temor do Senhor é o princípio da ciência; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução.
8 Filho meu, ouve a instrução de teu pai, e não deixes o ensinamento de tua mãe,
8 Filho meu, ouve a instrução de teu pai e não deixes a doutrina de tua mãe.
9 Porque serão como diadema gracioso em tua cabeça, e colares ao teu pescoço.
9 Porque diadema de graça serão para a tua cabeça e colares para o teu pescoço.
10 Filho meu, se os pecadores procuram te atrair com agrados, não aceites.
10 Filho meu, se os pecadores, com blandícias, te quiserem tentar, não consintas.
11 Se disserem: Vem conosco a tocaias de sangue; embosquemos o inocente sem motivo;
11 Se disserem: Vem conosco, espiemos o sangue, espreitemos sem razão os inocentes,
12 Traguemo-los vivos, como a sepultura; e inteiros, como os que descem à cova;
12 traguemo-los vivos, como a sepultura, e inteiros, como os que descem à cova;
13 Acharemos toda sorte de bens preciosos; encheremos as nossas casas de despojos;
13 acharemos toda sorte de fazenda preciosa; encheremos as nossas casas de despojos;
14 Lança a tua sorte conosco; teremos todos uma só bolsa!
14 lançarás a tua sorte entre nós; teremos todos uma só bolsa.
15 Filho meu, não te ponhas a caminho com eles; desvia o teu pé das suas veredas;
15 Filho meu, não te ponhas a caminho com eles; desvia o teu pé das suas veredas.
16 Porque os seus pés correm para o mal, e se apressam a derramar sangue.
16 Porque os pés deles correm para o mal e se apressam a derramar sangue.
17 Na verdade é inútil estender-se a rede ante os olhos de qualquer ave.
17 Na verdade, debalde se estenderia a rede perante os olhos de qualquer ave.
18 No entanto estes armam ciladas contra o seu próprio sangue; e espreitam suas próprias vidas.
18 E estes armam ciladas contra o seu próprio sangue; e a sua própria vida espreitam.
19 São assim as veredas de todo aquele que usa de cobiça: ela põe a perder a alma dos que a possuem.
19 Tais são as veredas de todo aquele que se entrega à cobiça; ela prenderá a alma dos que a possuem.
20 A sabedoria clama lá fora; pelas ruas levanta a sua voz.
20 A suprema Sabedoria altissonantemente clama de fora; pelas ruas levanta a sua voz.
21 Nas esquinas movimentadas ela brada; nas entradas das portas e nas cidades profere as suas palavras:
21 Nas encruzilhadas, no meio dos tumultos, clama; às entradas das portas e na cidade profere as suas palavras:
22 Até quando, ó simples, amareis a simplicidade? E vós escarnecedores, desejareis o escárnio? E vós insensatos, odiareis o conhecimento?
22 Até quando, ó néscios, amareis a necedade? E vós, escarnecedores, desejareis o escárnio? E vós, loucos, aborrecereis o conhecimento?
23 Atentai para a minha repreensão; pois eis que vos derramarei abundantemente do meu espírito e vos farei saber as minhas palavras.
23 Convertei-vos pela minha repreensão; eis que abundantemente derramarei sobre vós meu espírito e vos farei saber as minhas palavras.
24 Entretanto, porque eu clamei e recusastes; e estendi a minha mão e não houve quem desse atenção,
24 Mas, porque clamei, e vós recusastes; porque estendi a minha mão, e não houve quem desse atenção;
25 Antes rejeitastes todo o meu conselho, e não quisestes a minha repreensão,
25 antes, rejeitastes todo o meu conselho e não quisestes a minha repreensão;
26 Também de minha parte eu me rirei na vossa perdição e zombarei, em vindo o vosso temor.
26 também eu me rirei na vossa perdição e zombarei, vindo o vosso temor,
27 Vindo o vosso temor como a assolação, e vindo a vossa perdição como uma tormenta, sobrevirá a vós aperto e angústia.
27 vindo como assolação o vosso temor, e vindo a vossa perdição como tormenta, sobrevindo-vos aperto e angústia.
28 Então clamarão a mim, mas eu não responderei; de madrugada me buscarão, porém não me acharão.
28 Então, a mim clamarão, mas eu não responderei; de madrugada me buscarão, mas não me acharão.
29 Porquanto odiaram o conhecimento; e não preferiram o temor do Senhor:
29 Porquanto aborreceram o conhecimento e não preferiram o temor do Senhor ;
30 Não aceitaram o meu conselho, e desprezaram toda a minha repreensão.
30 não quiseram o meu conselho e desprezaram toda a minha repreensão.
31 Portanto comerão do fruto do seu caminho, e fartar-se-ão dos seus próprios conselhos.
31 Portanto, comerão do fruto do seu caminho e fartar-se-ão dos seus próprios conselhos.
32 Porque o erro dos simples os matará, e o desvario dos insensatos os destruirá.
32 Porque o desvio dos simples os matará, e a prosperidade dos loucos os destruirá.
33 Mas o que me der ouvidos habitará em segurança, e estará livre do temor do mal.
33 Mas o que me der ouvidos habitará seguramente e estará descansado do temor do mal.

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