Provérbios 14

Almeida Corrigida Fiel (ACF, 1994) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 Toda mulher sábia edifica a sua casa; mas a tola a derruba com as próprias mãos.
1 A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insensata a derruba com as próprias mãos.
2 O que anda na retidão teme ao Senhor, mas o que se desvia de seus caminhos o despreza.
2 Quem anda na retidão teme o mas o que anda em caminhos tortuosos, esse o despreza.
3 Na boca do tolo está a punição da soberba, mas os sábios se conservam pelos próprios lábios.
3 Na boca do tolo está a vara para a sua própria soberba, mas os lábios dos sábios os protegerão.
4 Não havendo bois o estábulo fica limpo, mas pela força do boi há abundância de colheita.
4 Quando não há bois, o celeiro fica vazio, mas pela força do boi há abundância de colheitas.
5 A verdadeira testemunha não mentirá, mas a testemunha falsa se desboca em mentiras.
5 A testemunha verdadeira não mente, mas a testemunha falsa despeja mentiras.
6 O escarnecedor busca sabedoria e não acha nenhuma, para o prudente, porém, o conhecimento é fácil.
6 O zombador procura a sabedoria e não a encontra, mas o sábio adquire o conhecimento com facilidade.
7 Desvia-te do homem insensato, porque nele não acharás lábios de conhecimento.
7 Fuja da presença do insensato, porque nele você não encontrará palavras de conhecimento.
8 A sabedoria do prudente é entender o seu caminho, mas a estultícia dos insensatos é engano.
8 A sabedoria do prudente é entender o seu próprio caminho, mas a insensatez dos tolos é enganadora.
9 Os insensatos zombam do pecado, mas entre os retos há benevolência.
9 Os insensatos zombam do pecado, mas entre os retos há boa vontade.
10 O coração conhece a sua própria amargura, e o estranho não participará no íntimo da sua alegria.
10 O coração conhece a sua própria amargura, e da alegria que ele sente os estranhos não poderão participar.
11 A casa dos ímpios se desfará, mas a tenda dos retos florescerá.
11 A casa dos ímpios será destruída, mas a tenda dos retos florescerá.
12 Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte.
12 Há caminho que ao ser humano parece direito, mas o fim dele é caminho de morte.
13 Até no riso o coração sente dor e o fim da alegria é tristeza.
13 Até no riso o coração pode ter dor, e o fim da alegria pode ser a tristeza.
14 O que no seu coração comete deslize, se enfada dos seus caminhos, mas o homem bom fica satisfeito com o seu proceder.
14 O infiel de coração sofre as consequências dos seus próprios caminhos, mas quem é de bem é recompensado pelo seu próprio proceder.
15 O simples dá crédito a cada palavra, mas o prudente atenta para os seus passos.
15 O ingênuo dá crédito a tudo o que se diz, mas o prudente reflete antes de dar um passo.
16 O sábio teme, e desvia-se do mal, mas o tolo se encoleriza, e dá-se por seguro.
16 O sábio é cauteloso e se desvia do mal, mas o tolo é afoito e se dá por seguro.
17 O que se indigna à toa fará doidices, e o homem de maus intentos será odiado.
17 Quem logo se irrita comete loucuras, e aquele que tem más intenções será odiado.
18 Os simples herdarão a estultícia, mas os prudentes serão coroados de conhecimento.
18 Os ingênuos herdam a tolice, mas os prudentes se coroam de conhecimento.
19 Os maus inclinam-se diante dos bons, e os ímpios diante das portas dos justos.
19 Os maus se inclinarão diante dos bons, e os ímpios farão súplicas junto às portas do justo.
20 O pobre é odiado até pelo seu próximo, porém os amigos dos ricos são muitos.
20 O pobre é odiado até pelo seu vizinho, mas o rico tem muitos amigos.
21 O que despreza ao seu próximo peca, mas o que se compadece dos humildes é bem-aventurado.
21 Quem despreza o seu vizinho peca, mas o que se compadece dos pobres é feliz.
22 Porventura não erram os que praticam o mal? mas beneficência e fidelidade haverá para os que praticam o bem.
22 Por acaso não se afastam do caminho os que planejam o mal? Mas haverá amor e fidelidade para os que planejam o bem.
23 Em todo trabalho há proveito, mas ficar só em palavras leva à pobreza.
23 Em todo trabalho há proveito; meras palavras, porém, levam à penúria.
24 A coroa dos sábios é a sua riqueza, a estultícia dos tolos é só estultícia.
24 Para os sábios a riqueza é coroa, mas a tolice dos insensatos não passa de tolice.
25 A testemunha verdadeira livra as almas, mas o que se desboca em mentiras é enganador.
25 A testemunha verdadeira salva vidas, mas quem profere mentiras é enganador.
26 No temor do Senhor há firme confiança e ele será um refúgio para seus filhos.
26 Quem teme ao Senhor tem forte amparo, e isso é refúgio para os seus filhos.
27 O temor do Senhor é fonte de vida, para desviar dos laços da morte.
27 O temor do Senhor é fonte de vida para evitar os laços da morte.
28 Na multidão do povo está a glória do rei, mas na falta de povo a ruína do príncipe.
28 Na multidão do povo está a glória do rei, mas na falta de povo está a ruína do príncipe.
29 O longânimo é grande em entendimento, mas o que é de espírito impaciente mostra a sua loucura.
29 Quem tarda em irar-se é grande em entendimento, mas o que facilmente perde a calma faz um elogio à loucura.
30 O sentimento sadio é vida para o corpo, mas a inveja é podridão para os ossos.
30 O ânimo sereno é a vida do corpo, mas a inveja é a podridão dos ossos.
31 O que oprime o pobre insulta àquele que o criou, mas o que se compadece do necessitado o honra.
31 Quem oprime o pobre insulta aquele que o criou, mas o que se compadece do necessitado honra a Deus.
32 Pela sua própria malícia é lançado fora o perverso, mas o justo até na morte se mantém confiante.
32 O ímpio é derrubado pela sua maldade, mas o justo, até na morte tem esperança.
33 No coração do prudente a sabedoria permanece, mas o que está no interior dos tolos se faz conhecido.
33 No coração do prudente repousa a sabedoria, mas o que há no interior dos tolos logo se manifesta.
34 A justiça exalta os povos, mas o pecado é a vergonha das nações.
34 A justiça é a glória da nação, mas o pecado é a vergonha dos povos.
35 O rei se alegra no servo prudente, mas sobre o que o envergonha cairá o seu furor.
35 O servo prudente recebe o favor do rei, mas o que causa vergonha é objeto do seu furor.

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