Lamentações 1

Almeida Corrigida Fiel (ACF, 1994) vs NTLH

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NTLH Nova Tradução na Linguagem de Hoje 2000
1 Como está sentada solitária aquela cidade, antes tão populosa! Tornou-se como viúva, a que era grande entre as nações! A que era princesa entre as províncias, tornou-se tributária!
1 Como está abandonada Jerusalém, a cidade que antes vivia cheia de gente! Ela era respeitada no mundo inteiro, mas agora parece uma viúva; a rainha entre as nações hoje não passa de uma escrava.
2 Chora amargamente de noite, e as suas lágrimas lhe correm pelas faces; não tem quem a console entre todos os seus amantes; todos os seus amigos se houveram aleivosamente com ela, tornaram-se seus inimigos.
2 Ela chora a noite inteira, as lágrimas correm pelo seu rosto. Dos seus antigos amigos não ficou nenhum para a consolar. Todos eles a traíram e agora são inimigos dela.
3 Judá passou em cativeiro por causa da aflição, e por causa da grande servidão; ela habita entre os gentios, não acha descanso; todos os seus perseguidores a alcançam entre as suas dificuldades.
3 O povo de Judá foi levado para longe da sua pátria e sofre como escravo em trabalhos forçados. Eles moram em outros países e não têm descanso. Estão cercados pelos seus perseguidores e não podem escapar.
4 Os caminhos de Sião pranteiam, porque não há quem venha à festa solene; todas as suas portas estão desoladas; os seus sacerdotes suspiram; as suas virgens estão tristes, e ela mesma tem amargura.
4 As estradas que levam a Sião estão tristes, pois não há ninguém que vá por elas para as festas religiosas. As moças que cantavam no Templo estão aflitas, e os sacerdotes vivem gemendo. A cidade sofre amargamente, e não há gente para se reunir nas suas praças.
5 Os seus adversários têm sido feitos chefes, os seus inimigos prosperam; porque o Senhor a afligiu, por causa da multidão das suas transgressões; os seus filhinhos foram para o cativeiro na frente do adversário.
5 Os seus inimigos a dominam, e para eles tudo vai bem. É que o por causa dos muitos pecados dos seus moradores. Os seus filhos foram presos pelos inimigos e levados para longe da sua pátria.
6 E da filha de Sião já se foi toda a sua formosura; os seus príncipes ficaram sendo como corços que não acham pasto e caminham sem força adiante do perseguidor.
6 A beleza de Jerusalém é coisa do passado. As suas autoridades são como que estão fracos de fome e fogem, sem forças, dos caçadores.
7 Lembra-se Jerusalém, nos dias da sua aflição e dos seus exílios, de todas as suas mais queridas coisas, que tivera desde os tempos antigos; quando caía o seu povo na mão do adversário, e não havia quem a socorresse; os adversários a viram, e fizeram escárnio da sua ruína.
7 Nestes dias de tristeza e aflição, Jerusalém lembra de todas as riquezas que teve no passado. Ela se recorda de que ninguém veio ajudá-la quando caiu em poder dos inimigos, que zombaram dela na sua queda.
8 Jerusalém gravemente pecou, por isso se fez errante; todos os que a honravam, a desprezaram, porque viram a sua nudez; ela também suspira e volta para trás.
8 Ela perdeu a honra; está nua, e todos a desprezam. Ela vive gemendo e esconde o rosto, envergonhada. Jerusalém se tornou por haver pecado gravemente.
9 A sua imundícia está nas suas saias; nunca se lembrou do seu fim; por isso foi pasmosamente abatida, não tem consolador; vê, Senhor, a minha aflição, porque o inimigo se tem engrandecido.
9 Era fácil ver a mancha do seu pecado. Jerusalém não pensou no que poderia acontecer. Ela caiu de modo terrível e não tem quem a console. Os seus inimigos venceram, e ela pede que o
10 Estendeu o adversário a sua mão a todas as coisas mais preciosas dela; pois ela viu entrar no seu santuário os gentios, acerca dos quais mandaste que não entrassem na tua congregação.
10 Os inimigos levaram embora todas as suas riquezas. O povo viu os pagãos entrarem no Templo, coisa que Deus os proibiu de fazer.
11 Todo o seu povo anda suspirando, buscando o pão; deram as suas coisas mais preciosas a troco de mantimento para restaurarem a alma; vê, Senhor, e contempla, que sou desprezível.
11 O povo de Jerusalém anda gemendo, procurando o que comer; eles trocaram as suas riquezas por alimentos para poder continuar a viver. A cidade diz: “Ó e vê a minha desgraça!”
12 Não vos comove isto a todos vós que passais pelo caminho? Atendei, e vede, se há dor como a minha dor, que veio sobre mim, com que o Senhor me afligiu, no dia do furor da sua ira.
12 Aos que vão passando, Jerusalém diz: “Olhem para mim! Será que existe uma dor igual à minha? No dia em que ficou o
13 Desde o alto enviou fogo a meus ossos, o qual se assenhoreou deles; estendeu uma rede aos meus pés, fez-me voltar para trás, fez-me assolada e enferma todo o dia.
13 “Lá de cima, Deus enviou um fogo que queima dentro de mim. Ele me armou uma armadilha e me jogou no chão. Depois, me abandonou num sofrimento que não tem mais fim.
14 O jugo das minhas transgressões está atado pela sua mão; elas estão entretecidas, subiram sobre o meu pescoço, e ele abateu a minha força; entregou-me o Senhor nas mãos daqueles a quem não posso resistir.
14 “Ele tomou nota dos meus pecados, amarrou-os todos juntos, pendurou-os no meu pescoço, e o peso deles acabou com as minhas forças. O Senhor me entregou aos meus inimigos, e eu não fui capaz de resistir.
15 O Senhor atropelou todos os meus poderosos no meio de mim; convocou contra mim uma assembléia, para esmagar os meus jovens; o Senhor pisou como num lagar a virgem filha de Judá.
15 “O Senhor fez pouco dos meus melhores soldados. Ele mandou um exército para destruir os meus moços e esmagou o meu povo santo como se esmagam as uvas para fazer vinho.
16 Por estas coisas eu ando chorando; os meus olhos, os meus olhos se desfazem em águas; porque se afastou de mim o consolador que devia restaurar a minha alma; os meus filhos estão assolados, porque prevaleceu o inimigo.
16 “Tudo isso me faz chorar e deixa os meus olhos cheios de lágrimas. Não há ninguém que me console, ninguém que me anime. Os inimigos me derrotaram, e o meu povo ficou no meio de ruínas.
17 Estende Sião as suas mãos, não há quem a console; mandou o Senhor acerca de Jacó que lhe fossem inimigos os que estão em redor dele; Jerusalém é entre eles como uma mulher imunda.
17 “Eu estendo as mãos, mas ninguém quer me ajudar. De todos os lados, o e eles me tratam como se eu fosse uma coisa nojenta.
18 Justo é o Senhor, pois me rebelei contra o seu mandamento; ouvi, pois, todos os povos, e vede a minha dor; as minhas virgens e os meus jovens foram levados para o cativeiro.
18 “Mas o Senhor é justo e me castigou, pois eu me revoltei contra os seus mandamentos. Todos os povos, escutem! Vejam a minha dor! As minhas moças e os meus moços foram levados para longe como prisioneiros.
19 Chamei os meus amantes, mas eles me enganaram; os meus sacerdotes e os meus anciãos expiraram na cidade; enquanto buscavam para si mantimento, para restaurarem a sua alma.
19 “Pedi ajuda aos meus aliados, mas eles me traíram. Os sacerdotes e as autoridades morreram nas minhas ruas, enquanto procuravam comida para poder continuar a viver.
20 Olha, Senhor, porque estou angustiada; turbadas estão as minhas entranhas; o meu coração está transtornado dentro de mim, porque gravemente me rebelei; fora me desfilhou a espada, em casa está a morte.
20 “Vê, ó Senhor , a minha aflição; estou profundamente perturbada! A dor aperta o meu coração quando penso que me revoltei contra ti. Há assassinatos nas ruas, e até dentro das casas há mortes.
21 Ouviram que eu suspiro, mas não tenho quem me console; todos os meus inimigos que souberam do meu mal folgam, porque tu o fizeste; mas, em trazendo tu o dia que apregoaste, serão como eu.
21 “Ó Deus, ouve os meus gemidos, pois não há ninguém que me console. Todos os meus inimigos sabem da minha desgraça e ficam contentes porque tu me fizeste sofrer. Faze com que venha o dia que prometeste, para que os meus inimigos sofram tanto quanto eu.
22 Venha toda a sua maldade diante de ti, e faze-lhes como me fizeste a mim por causa de todas as minhas transgressões; porque os meus suspiros são muitos, e o meu coração está desfalecido.
22 “Condena-os por causa de todas as suas maldades, castiga-os como me castigaste por causa dos meus pecados. Eu não paro de gemer, e o meu coração está doente.”

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