Jó 4

Almeida Corrigida Fiel (ACF, 1994) vs BKJ

Sair da comparação
1 Então respondeu Elifaz o temanita, e disse:
1 Então respondeu Elifaz, o temanita, e disse:
2 Se intentarmos falar-te, enfadar-te-ás? Mas quem poderia conter as palavras?
2 Se nos propusermos a conversar contigo, te será enfadonho. Mas quem poderá conter as palavras?
3 Eis que ensinaste a muitos, e tens fortalecido as mãos fracas.
3 Eis que instruíste a muitos, e fortaleceste as mãos fracas.
4 As tuas palavras firmaram os que tropeçavam e os joelhos desfalecentes tens fortalecido.
4 Tuas palavras seguraram o que estava caindo, e tu fortaleceste os joelhos debilitados.
5 Mas agora, que se trata de ti, te enfadas; e tocando-te a ti, te perturbas.
5 Mas agora isso vem sobre ti e te enfraqueces, ela toca em ti, e te perturbas.
6 Porventura não é o teu temor de Deus a tua confiança, e a tua esperança a integridade dos teus caminhos?
6 Não é este o teu temor, tua confiança, tua esperança a retidão dos teus caminhos?
7 Lembra-te agora qual é o inocente que jamais pereceu? E onde foram os sinceros destruídos?
7 Lembra, te rogo, quem nunca pereceu, sendo inocente? Ou onde foram os justos cortados?
8 Segundo eu tenho visto, os que lavram iniqüidade, e semeiam mal, segam o mesmo.
8 Como eu tenho visto, os que lavram iniquidade, e semeiam a maldade, colhem o mesmo.
9 Com o hálito de Deus perecem; e com o sopro da sua ira se consomem.
9 Pelo sopro de Deus eles perecem; e pelo fôlego de suas narinas são consumidos.
10 O rugido do leão, e a voz do leão feroz, e os dentes dos leõezinhos se quebram.
10 O rugido do leão, e a voz do leão feroz, e os dentes dos leõezinhos são quebrados.
11 Perece o leão velho, porque não tem presa; e os filhos da leoa andam dispersos.
11 O leão velho perece por falta de presa; e os filhotes do leão robusto se dispersam.
12 Uma coisa me foi trazida em segredo; e os meus ouvidos perceberam um sussurro dela.
12 Trouxeram-me agora algo secretamente; e o meu ouvido recebeu um pouco.
13 Entre pensamentos vindos de visões da noite, quando cai sobre os homens o sono profundo,
13 Em pensamentos de visões noturnas, quando o sono profundo cai sobre os homens;
14 Sobrevieram-me o espanto e o tremor, e todos os meus ossos estremeceram.
14 medo veio sobre mim, e tremendo, todos os meus ossos estremeceram.
15 Então um espírito passou por diante de mim; fez-me arrepiar os cabelos da minha carne.
15 Então um espírito passou diante da minha face; os cabelos da minha carne se levantaram;
16 Parou ele, porém não conheci a sua feição; um vulto estava diante dos meus olhos; houve silêncio, e ouvi uma voz que dizia:
16 ficou inerte, mas eu não pude discernir sua forma; uma imagem estava diante dos meus olhos, houve silêncio, e eu ouvi uma voz dizendo:
17 Seria porventura o homem mais justo do que Deus? Seria porventura o homem mais puro do que o seu Criador?
17 Será o homem mortal mais justo do que Deus? Será o homem mais puro do que o seu criador?
18 Eis que ele não confia nos seus servos e aos seus anjos atribui loucura;
18 Eis que ele não tem confiança nos seus servos, e aos seus anjos atribuiu defeitos;
19 Quanto menos àqueles que habitam em casas de lodo, cujo fundamento está no pó, e são esmagados como a traça!
19 quanto menos naqueles que habitam em casas de barro, cujo fundamento está no pó, e que são esmagados diante da traça!
20 Desde a manhã até à tarde são despedaçados; e eternamente perecem sem que disso se faça caso.
20 Eles são destruídos desde a manhã até a noite; eles perecem para sempre sem nenhuma consideração.
21 Porventura não passa com eles a sua excelência? Morrem, mas sem sabedoria.
21 Sua excelência, que está neles, não some? Eles morrem, e sem sabedoria.

Ler em outra tradução

Comparar com outra

Estude este capítulo no WhatsApp

Peça à IA da Bíblia Fala para explicar Jó 4, comparar traduções ou montar um estudo — tudo direto pelo WhatsApp.