Isaías 64
Almeida Corrigida Fiel (ACF, 1994) vs BKJ
1 Oh! se fendesses os céus, e descesses, e os montes se escoassem de diante da tua face,
1 Ó! Que tu rasgasses os céus; que descesses para que os montes pudessem se derreter diante da tua presença.
2 Como o fogo abrasador de fundição, fogo que faz ferver as águas, para fazeres notório o teu nome aos teus adversários, e assim as nações tremessem da tua presença!
2 Como quando o fogo derretedor queima; o fogo fez as águas ferverem, para fazer teu nome conhecido aos teus adversários, para que as nações possam tremer à tua presença!
3 Quando fazias coisas terríveis, que nunca esperávamos, descias, e os montes se escoavam diante da tua face.
3 Quando tu fizeste coisas terríveis, as quais nós não esperávamos. Tu desceste, os montes se derreteram diante da tua presença.
4 Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti que trabalha para aquele que nele espera.
4 Porque desde o início do mundo homens não têm ouvido, nem percebido pelo ouvido, nem tem o olho visto, ó Deus, além de ti, o que Ele tem preparado para aquele que espera por ele.
5 Saíste ao encontro daquele que se alegrava e praticava justiça e dos que se lembram de ti nos teus caminhos; eis que te iraste, porque pecamos; neles há eternidade, para que sejamos salvos?
5 Tu te encontras com aquele que se regozija e opera justiça, aquele que se lembra de ti em teus caminhos. Eis que tu estás furioso, porque nós temos pecado. Nos pecados temos estado longo tempo, e poderemos ser salvos?
6 Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniqüidades como um vento nos arrebatam.
6 Todos nós, porém, somos como uma coisa impura, e todas as nossas justiças são como trapos imundos; e todos nós iremos murchar como uma folha. E nossas iniquidades, como o vento, nos têm arrastado.
7 E já ninguém há que invoque o teu nome, que se desperte, e te detenhas; porque escondes de nós o teu rosto, e nos fazes derreter, por causa das nossas iniqüidades.
7 E não há ninguém que invoque teu nome, que comova a si mesmo a agarrar-se a ti, porque tu tens escondido tua face de nós e nos tem consumido, por causa de nossas iniquidades.
8 Mas agora, ó Senhor, tu és nosso Pai; nós o barro e tu o nosso oleiro; e todos nós a obra das tuas mãos.
8 Agora, porém, ó SENHOR, tu és nosso Pai. Nós somos o barro e tu nosso oleiro; e nós todos somos o trabalho de tua mão.
9 Não te enfureças tanto, ó Senhor, nem perpetuamente te lembres da iniqüidade; olha, pois, nós te pedimos, todos nós somos o teu povo.
9 Não estejas furioso excessivamente, ó SENHOR, nem lembres iniquidade para sempre. Observa, veja, nós te suplicamos, nós somos todos teu povo.
10 As tuas santas cidades tornaram-se um deserto; Sião está feita um deserto, Jerusalém está assolada.
10 Tuas santas cidades estão um deserto; Sião está um deserto; Jerusalém, uma desolação.
11 A nossa santa e gloriosa casa, em que te louvavam nossos pais, foi queimada a fogo; e todas as nossas coisas preciosas se tornaram em assolação.
11 Nossa santa e nossa linda casa, onde nossos pais te louvaram, está completamente consumida pelo fogo, e todas as nossas coisas agradáveis estão devastadas.
12 Conter-te-ias tu ainda sobre estas coisas, ó Senhor? Ficarias calado, e nos afligirias tanto?
12 Irás tu abster-te destas coisas, ó SENHOR? Manter-te-ás calado e afligir-nos-ás excessivamente?
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