Isaías 32

Almeida Corrigida Fiel (ACF, 1994) vs NVT

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NVT Nova Versão Transformadora
1 Eis que reinará um rei com justiça, e dominarão os príncipes segundo o juízo.
1 Vejam, aí vem um rei justo! Seus príncipes governarão com retidão.
2 E será aquele homem como um esconderijo contra o vento, e um refúgio contra a tempestade, como ribeiros de águas em lugares secos, e como a sombra de uma grande rocha em terra sedenta.
2 Cada um será como abrigo contra o vento e refúgio contra a tempestade, como riacho no deserto e sombra de uma grande pedra em terra seca.
3 E os olhos dos que vêem não olharão para trás; e os ouvidos dos que ouvem estarão atentos.
3 Então todos que têm olhos verão a verdade, e todos que têm ouvidos a ouvirão.
4 E o coração dos imprudentes entenderá o conhecimento; e a língua dos gagos estará pronta para falar distintamente.
4 Até os que se iram depressa terão bom senso e entendimento, e os que gaguejam falarão com clareza.
5 Ao vil nunca mais se chamará liberal; e do avarento nunca mais se dirá que é generoso.
5 Naquele dia, os tolos não serão considerados heróis, e as pessoas sem caráter não serão respeitadas.
6 Porque o vil fala obscenidade, e o seu coração pratica a iniqüidade, para usar hipocrisia, e para proferir mentiras contra o Senhor, para deixar vazia a alma do faminto, e fazer com que o sedento venha a ter falta de bebida.
6 Pois os tolos dizem tolices e planejam o mal. Praticam a perversidade e espalham falsos ensinamentos a respeito do S Negam comida aos famintos e não dão água aos sedentos.
7 Também todas as armas do avarento são más; ele maquina invenções malignas, para destruir os mansos com palavras falsas, mesmo quando o pobre chega a falar retamente.
7 As artimanhas dessa gente sem caráter são perversas; tramam planos maldosos e mentem para condenar os pobres, mesmo quando a causa dos pobres é justa.
8 Mas o liberal projeta coisas liberais, e pela liberalidade está em pé.
8 Os generosos, porém, planejam fazer o que é generoso e permanecem firmes em sua generosidade.
9 Levantai-vos, mulheres, que estais sossegadas, e ouvi a minha voz; e vós, filhas, que estais tão seguras, inclinai os ouvidos às minhas palavras.
9 Ouçam, mulheres negligentes; prestem atenção, vocês que são tão arrogantes.
10 Porque num ano e dias vireis a ser turbadas, ó mulheres que estais tão seguras; porque a vindima se acabará, e a colheita não virá.
10 Em breve, pouco mais de um ano, vocês, presunçosas, ficarão apavoradas. Suas plantações de frutas nada produzirão, e não haverá colheitas.
11 Tremei, mulheres que estais sossegadas, e turbai-vos vós, que estais tão seguras; despi-vos, e ponde-vos nuas, e cingi com saco os vossos lombos.
11 Tremam, mulheres negligentes, deixem de lado sua arrogância. Arranquem suas lindas roupas e vistam-se de pano de saco.
12 Baterão nos peitos, pelos campos desejáveis, e pelas vinhas frutíferas.
12 Batam no peito em lamento por suas belas propriedades e videiras frutíferas.
13 Sobre a terra do meu povo virão espinheiros e sarças, como também sobre todas as casas onde há alegria, na cidade jubilosa.
13 Pois suas terras ficarão cobertas de espinhos e mato; seus lares alegres e suas cidades felizes desaparecerão.
14 Porque os palácios serão abandonados, a multidão da cidade cessará; e as fortificações e as torres servirão de cavernas para sempre, para alegria dos jumentos monteses, e para pasto dos rebanhos;
14 O palácio será abandonado, e a cidade, sempre agitada, ficará vazia. Jumentos selvagens andarão soltos, e rebanhos pastarão nas fortalezas
15 Até que se derrame sobre nós o espírito lá do alto; então o deserto se tornará em campo fértil, e o campo fértil será reputado por um bosque.
15 até que, por fim, o Espírito seja derramado do céu sobre nós. Então o deserto se tornará campo fértil, e o campo fértil produzirá colheitas fartas.
16 E o juízo habitará no deserto, e a justiça morará no campo fértil.
16 A retidão governará no deserto, e a justiça, no campo fértil.
17 E o efeito da justiça será paz, e a operação da justiça, repouso e segurança para sempre.
17 E essa justiça trará paz; haverá sossego e confiança para sempre.
18 E o meu povo habitará em morada de paz, e em moradas bem seguras, e em lugares quietos de descanso.
18 Meu povo viverá em paz, tranquilo em seu lar; terá descanso e segurança.
19 Mas, descendo ao bosque, cairá saraiva e a cidade será inteiramente abatida.
19 Ainda que os bosques sejam destruídos e a cidade seja arrasada,
20 Bem-aventurados vós os que semeais junto a todas as águas; e deixais livres os pés do boi e do jumento.
20 o povo será abençoado. Onde quer que semeiem, terão colheitas fartas; seu gado e seus jumentos pastarão livremente.

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