Isaías 24
Almeida Corrigida Fiel (ACF, 1994) vs ARA
1 Eis que o SENHOR esvazia a terra, e a desola, e transtorna a sua superfície, e dispersa os seus moradores.
1 Eis que o Senhor vai devastar e desolar a terra, vai transtornar a sua superfície e lhe dispersar os moradores.
2 E o que suceder ao povo, assim sucederá ao sacerdote; ao servo, como ao seu senhor; à serva, como à sua senhora; ao comprador, como ao vendedor; ao que empresta, como ao que toma emprestado; ao que dá usura, como ao que paga usura.
2 O que suceder ao povo sucederá ao sacerdote; ao servo, como ao seu senhor; à serva, como à sua dona; ao comprador, como ao vendedor; ao que empresta, como ao que toma emprestado; ao credor, como ao devedor.
3 De todo se esvaziará a terra, e de todo será saqueada, porque o Senhor pronunciou esta palavra.
3 A terra será de todo devastada e totalmente saqueada, porque o Senhor é quem proferiu esta palavra.
4 A terra pranteia e se murcha; o mundo enfraquece e se murcha; enfraquecem os mais altos do povo da terra.
4 A terra pranteia e se murcha; o mundo enfraquece e se murcha; enlanguescem os mais altos do povo da terra.
5 Na verdade a terra está contaminada por causa dos seus moradores; porquanto têm transgredido as leis, mudado os estatutos, e quebrado a aliança eterna.
5 Na verdade, a terra está contaminada por causa dos seus moradores, porquanto transgridem as leis, violam os estatutos e quebram a aliança eterna.
6 Por isso a maldição tem consumido a terra; e os que habitam nela são desolados; por isso são queimados os moradores da terra, e poucos homens restam.
6 Por isso, a maldição consome a terra, e os que habitam nela se tornam culpados; por isso, serão queimados os moradores da terra, e poucos homens restarão.
7 Pranteia o mosto, enfraquece a vide; e suspiram todos os alegres de coração.
7 Pranteia o vinho, enlanguesce a vide, e gemem todos os que estavam de coração alegre.
8 Cessa o folguedo dos tamboris, acaba o ruído dos que exultam, e cessa a alegria da harpa.
8 Cessou o folguedo dos tamboris, acabou o ruído dos que exultam, e descansou a alegria da harpa.
9 Com canções não beberão vinho; a bebida forte será amarga para os que a beberem.
9 Já não se bebe vinho entre canções; a bebida forte é amarga para os que a bebem.
10 Demolida está a cidade vazia, todas as casas fecharam, ninguém pode entrar.
10 Demolida está a cidade caótica, todas as casas estão fechadas, ninguém já pode entrar.
11 Há lastimoso clamor nas ruas por falta do vinho; toda a alegria se escureceu, desterrou-se o gozo da terra.
11 Gritam por vinho nas ruas, fez-se noite para toda alegria, foi banido da terra o prazer.
12 Na cidade só ficou a desolação, a porta ficou reduzida a ruínas.
12 Na cidade, reina a desolação, e a porta está reduzida a ruínas.
13 Porque assim será no interior da terra, e no meio destes povos, como a sacudidura da oliveira, e como os rabiscos, quando está acabada a vindima.
13 Porque será na terra, no meio destes povos, como o varejar da oliveira e como o rebuscar, quando está acabada a vindima.
14 Estes alçarão a sua voz, e cantarão com alegria; e por causa da glória do Senhor exultarão desde o mar.
14 Eles levantam a voz e cantam com alegria; por causa da glória do Senhor , exultam desde o mar.
15 Por isso glorificai ao Senhor no oriente, e nas ilhas do mar, ao nome do Senhor Deus de Israel.
15 Por isso, glorificai ao Senhor no Oriente e, nas terras do mar, ao nome do Senhor , Deus de Israel.
16 Dos confins da terra ouvimos cantar: Glória ao justo. Mas eu disse: Emagreço, emagreço, ai de mim! Os pérfidos têm tratado perfidamente; sim, os pérfidos têm tratado perfidamente.
16 Dos confins da terra ouvimos cantar: Glória ao Justo! Mas eu digo: definho, definho, ai de mim! Os pérfidos tratam perfidamente; sim, os pérfidos tratam mui perfidamente.
17 O temor, e a cova, e o laço vêm sobre ti, ó morador da terra.
17 Terror, cova e laço vêm sobre ti, ó morador da terra.
18 E será que aquele que fugir da voz de temor cairá na cova, e o que subir da cova o laço o prenderá; porque as janelas do alto estão abertas, e os fundamentos da terra tremem.
18 E será que aquele que fugir da voz do terror cairá na cova, e, se sair da cova, o laço o prenderá; porque as represas do alto se abrem, e tremem os fundamentos da terra.
19 De todo está quebrantada a terra, de todo está rompida a terra, e de todo é movida a terra.
19 A terra será de todo quebrantada, ela totalmente se romperá, a terra violentamente se moverá.
20 De todo cambaleará a terra como o ébrio, e será movida e removida como a choça de noite; e a sua transgressão se agravará sobre ela, e cairá, e nunca mais se levantará.
20 A terra cambaleará como um bêbado e balanceará como rede de dormir; a sua transgressão pesa sobre ela, ela cairá e jamais se levantará.
21 E será que naquele dia o Senhor castigará os exércitos do alto nas alturas, e os reis da terra sobre a terra.
21 Naquele dia, o Senhor castigará, no céu, as hostes celestes, e os reis da terra, na terra.
22 E serão ajuntados como presos numa masmorra, e serão encerrados num cárcere; e outra vez serão castigados depois de muitos dias.
22 Serão ajuntados como presos em masmorra, e encerrados num cárcere, e castigados depois de muitos dias.
23 E a lua se envergonhará, e o sol se confundirá quando o Senhor dos Exércitos reinar no monte Sião e em Jerusalém, e perante os seus anciãos gloriosamente.
23 A lua se envergonhará, e o sol se confundirá quando o Senhor dos Exércitos reinar no monte Sião e em Jerusalém; perante os seus anciãos haverá glória.
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