Cânticos 2
Almeida Corrigida Fiel (ACF, 1994) vs NVT
1 Eu sou a rosa de Sarom, o lírio dos vales.
1 Eu sou a flor que nasce na planície de Sarom, o lírio que cresce no vale. O Amado
2 Qual o lírio entre os espinhos, tal é meu amor entre as filhas.
2 Como um lírio entre os espinhos, assim é minha querida entre as moças. A Amada
3 Qual a macieira entre as árvores do bosque, tal é o meu amado entre os filhos;desejo muito a sua sombra, e debaixo dela me assento;e o seu fruto é doce ao meu paladar.
3 Como uma macieira entre as árvores do bosque, assim é meu amado entre os rapazes. À sua sombra agradável eu me sento e saboreio seus deliciosos frutos.
4 Levou-me à casa do banquete, e o seu estandarte sobre mim era o amor.
4 Ele me trouxe ao salão de banquetes; seu grande amor por mim é evidente.
5 Sustentai-me com passas, confortai-me com maçãs, porque desfaleço de amor.
5 Fortaleçam-me com bolos de passas, revigorem-me com maçãs, pois desfaleço de amor.
6 A sua mão esquerda esteja debaixo da minha cabeça, e a sua mão direita me abrace.
6 Seu braço esquerdo está sob a minha cabeça, e o direito me abraça.
7 Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que não acordeis nem desperteis o meu amor, até que queira.
7 Prometam, ó mulheres de Jerusalém, pelas gazelas e corças selvagens, que não despertarão o amor antes do tempo.
8 Esta é a voz do meu amado; ei-lo aí, que já vem saltando sobre os montes, pulando sobre os outeiros.
8 Ah, ouço meu amado chegando! Ele salta sobre os montes, pula sobre as colinas.
9 O meu amado é semelhante ao gamo, ou ao filho do veado; eis que está detrás da nossa parede, olhando pelas janelas, espreitando pelas grades.
9 Meu amado é como a gazela, como o jovem cervo. Vejam, lá está ele atrás do muro, observando pelas janelas, espiando por entre as grades.
10 O meu amado fala e me diz: Levanta-te, meu amor, formosa minha, e vem.
10 Meu amado me disse: “Levante-se, minha querida! Venha comigo, minha bela!
11 Porque eis que passou o inverno; a chuva cessou, e se foi;
11 Veja, o inverno acabou, e as chuvas passaram.
12 Aparecem as flores na terra, o tempo de cantar chega, e a voz da rola ouve-se em nossa terra.
12 As flores estão brotando; chegou a época das canções, e o arrulhar das pombas enche o ar.
13 A figueira já deu os seus figos verdes, e as vides em flor exalam o seu aroma; levanta-te, meu amor, formosa minha, e vem.
13 As figueiras começam a dar frutos, e as videiras perfumadas florescem. Levante-se, minha querida! Venha comigo, minha bela!”. O Amado
14 Pomba minha, que andas pelas fendas das penhas, no oculto das ladeiras, mostra-me a tua face, faze-me ouvir a tua voz, porque a tua voz é doce, e a tua face graciosa.
14 Minha pomba está escondida entre as pedras, oculta nas fendas das rochas. Mostre-me seu rosto e deixe-me ouvir sua voz. Pois sua voz é doce, e seu rosto é lindo. As mulheres de Jerusalém
15 Apanhai-nos as raposas, as raposinhas, que fazem mal às vinhas, porque as nossas vinhas estão em flor.
15 Peguem todas as raposas, as raposinhas, antes que destruam o vinhedo do amor, pois as videiras estão em flor! A Amada
16 O meu amado é meu, e eu sou dele; ele apascenta o seu rebanho entre os lírios.
16 Meu amado é meu, e eu sou dele; ele pastoreia entre os lírios.
17 Até que refresque o dia, e fujam as sombras, volta, amado meu; faze-te semelhante ao gamo ou ao filho dos veados sobre os montes de Beter.
17 Antes que soprem as brisas do amanhecer, e fujam as sombras da noite, volte para mim, meu amor, como a gazela, como o jovem cervo nos montes íngremes.
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