2 Coríntios 4
Almeida Corrigida Fiel (ACF, 1994) vs BKJ
1 Por isso, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos;
1 Portanto, vendo que temos este ministério, como nós temos recebido misericórdia, não desfalecemos;
2 Antes, rejeitamos as coisas que por vergonha se ocultam, não andando com astúcia nem falsificando a palavra de Deus; e assim nos recomendamos à consciência de todo o homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade.
2 mas, tendo renunciado às coisas escondidas por desonestidade, não andamos em astúcia, nem manipulamos a palavra de Deus enganosamente; mas, pela manifestação da verdade nos recomendamos à consciência de todo o homem, à vista de Deus.
3 Mas, se ainda o nosso evangelho está encoberto, para os que se perdem está encoberto.
3 Mas, se o nosso evangelho está escondido, está escondido para aqueles que estão perdidos;
4 Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus.
4 nos quais o deus deste mundo cegou as mentes daqueles que não creem, para que a luz do glorioso evangelho de Cristo, que é a imagem de Deus, não brilhe para eles.
5 Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus, o Senhor; e nós mesmos somos vossos servos por amor de Jesus.
5 Porque não pregamos a nós mesmos, mas Cristo Jesus, o Senhor; e nós mesmos, seus servos, por causa de Jesus.
6 Porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo.
6 Porque Deus, que ordenou que a luz brilhasse das trevas, brilhou em nossos corações, para dar a luz do conhecimento da glória de Deus na face de Jesus Cristo.
7 Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós.
7 temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós.
8 Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados.
8 Nós somos atribulados por todo lado, contudo não angustiados; nós ficamos perplexos, mas não em desespero;
9 Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos;
9 perseguidos, mas não abandonados; abatidos, mas não destruídos;
10 Trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também nos nossos corpos;
10 sempre carregando no corpo a morte do Senhor Jesus, para que a vida também de Jesus possa ser manifesta em nosso corpo.
11 E assim nós, que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus se manifeste também na nossa carne mortal.
11 Porque nós, que vivemos, somos sempre entregues à morte por causa de Jesus, para que também a vida de Jesus possa ser manifestada em nossa carne mortal.
12 De maneira que em nós opera a morte, mas em vós a vida.
12 De modo que a morte trabalha em nós, mas a vida em vós.
13 E temos portanto o mesmo espírito de fé, como está escrito: Cri, por isso falei; nós cremos também, por isso também falamos.
13 Tendo nós o mesmo espírito de fé, conforme está escrito: Eu cri e por isso falei; nós também cremos, e por isso falamos;
14 Sabendo que o que ressuscitou o Senhor Jesus nos ressuscitará também por Jesus, e nos apresentará convosco.
14 sabendo que o que ressuscitou o Senhor Jesus também nos ressuscitará por Jesus, e nos apresentará convosco.
15 Porque tudo isto é por amor de vós, para que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar a ação de graças para glória de Deus.
15 Porque todas as coisas são por causa de vós, para que a abundante graça possa por meio da ação de graças de muitos, aumentar para a glória de Deus.
16 Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia.
16 Por causa disso, nós não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior pereça, contudo o homem interior é renovado dia a dia.
17 Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente;
17 Porque a nossa leve aflição, que é apenas por um momento, opera para nós um extraordinário e eterno peso de glória;
18 Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas.
18 não olhamos para as coisas que se veem, mas para as coisas que não se veem; porque as coisas que se veem são temporais, mas as coisas que não se veem são eternas.
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